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Viagem para a África do Sul: 21 coisas que você precisa saber antes de ir


Neste post vamos dar algumas dicas sobre coisas que são interessantes você saber sobre a África do Sul. O levantamento dessas dicas se baseia em relatos que lemos e ouvimos, mas, principalmente, na nossa própria experiência durante a viagem.

A verdade é que gostaríamos de ter lido dicas como essas antes da nossa ida para o país, mas a gente acabou aprendendo as coisas na prática, mesmo. 

Por isso, acreditamos que essas informações podem facilitar, e muito, a sua vida e tornar a sua viagem muito mais agradável, tranquila e prazerosa!

Leia também:

1. Moeda

A única moeda aceita no país Rand. Se você levar moeda em espécie, como dólar, euro ou real, vai precisar fazer câmbio. E já digo que as taxas não são nada favoráveis, principalmente se você optar por fazer câmbio no aeroporto, como a gente fez.

Em outro post eu farei uma abordagem completa sobre a questão do dinheiro e mostrarei quais são as melhores opções, considerando o uso de cartão de crédito, cartão pré-pago e moeda em espécie. 

dinheiro na africa do sul
O Rand é a moeda da África do Sul

2. Passaporte, visto e seguro viagem

Brasileiros não precisam de visto para viajar por até 90 dias a turismo para a África do Sul. É preciso ter, pelo menos, duas páginas em branco no passaporte.

Já o seguro viagem não é obrigatório, mas nós recomendamos fortemente que você faça um. Como todo seguro, é o tipo de coisa que você compra esperando não usar. Entretanto, é um investimento barato que pode evitar uma baita dor de cabeça. A gente sempre compra com a Seguros Promo, que oferece os melhores seguros que há no mercado, e leitores do Mineiros na Estrada têm 5% de desconto usando o cupom MINEIROS5. Clique no banner abaixo para fazer sua cotação.

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3. Internet

A internet na África do Sul, nos locais que visitamos (Cidade do Cabo, Joanesburgo, Kruger Park e arredores) funciona muito bem, com bom sinal e também velocidade.

Vale a pena, ao chegar a um dos aeroportos no país, já procurar uma loja da Vodacom (a operadora que utilizamos) e comprar um chip. 

chi de internet africa do sul
Loja da Vodacom o Aeroporto de Joanebsugo

Minha dica é: se você ficar hospedado em um lugar que possui internet, trabalhar bem com os mapas offline do Google e só ligar a internet do seu celular em momentos de necessidade, como para pedir um Uber ou fazer uma consulta importante enquanto estiver na rua, um chip de 1GB dá e sobra. 

Como não tínhamos noção disso, acabamos comprando um chip de 3GB e desperdiçamos dinheiro, pois não chegamos a consumir nem 500MB (metade de 1GB) durante 15 dias no país.

Em outro post falaremos sobre a nossa experiência de compra desse chip de internet, bem como os preços e as opções.

De todos os locais onde nos hospedamos, a melhor velocidade de internet foi na hospedagem da Cidade do Cabo, com sinal e velocidade excelentes.

Nas hospedagens mais próximas ao Kruger Park, a internet mostrou-se bem mais lenta, mas mesmo assim deu para usar tranquilamente.

4. Certificado internacional de vacinação

A África do Sul é um país que exige o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela.

Logo que chegamos ao aeroporto de Confins, no momento do despacho das bagagens, a atendente pediu para ver e conferiu os nossos certificados.

Em Guarulhos, onde redespachamos as bagagens, a atendente outra vez verificou os certificados de vacinação.

Entretanto, nos aeroportos da África do Sul, embora haja intensa fiscalização de passaportes e bagagens, ninguém pediu para ver os nossos certificados. 

Contudo, é importante saber que você não será autorizado a embarcar se não possuir o certificado.

5. Malária

O Kruger National Park é área de risco para malária. Ainda não temos vacina contra essa doença, então o recomendado é se prevenir usando repelente. Nas nossas pesquisas, vimos no site do Drauzio Varella que, para ser eficiente, o repelente deve ter entre 25 e 30% da substância ativa, o dietiletiltoluamida (DEET).

6. Aluguel de carro

Uma das melhores formas de visitar pontos turísticos nos arredores da Cidade do Cabo e fazer safári no Kruger Park é alugar um carro.

O valor do aluguel é bem acessível (mais barato que no Brasil) e o do combustível, também.

Em outro post vamos contar para vocês como foram as duas experiências de locação de veículos no país: uma na cidade do Cabo e outra no aeroporto de Joanesburgo. Já adiantamos que em ambas usamos a RentCars, que reúne as principais locadoras do mundo. As grandes vantagens de se utilizar esse site são: atendimento em português, possibilidade de parcelamento e pagamento em reais, sem IOF. Nós precisamos alterar uma reserva e a RentCars fez isso pra gente, intermediando o contato com a locadora, sem cobrar nada. Faça sua cotação abaixo:

7. Mão inglesa

E, já que falamos de aluguel de carro, é importante lembrar que uma das heranças da época em que a África do Sul foi uma colônia britânica, é o sistema de trânsito. Os veículos trafegam pela esquerda e o volante fica do lado direito.

carro na africa do sul

Se você não tem experiência em dirigir na mão inglesa, recomendo que alugue um carro automático, assim você não precisa se preocupar em utilizar o câmbio de marchas com a mão esquerda e gasta a sua energia cerebral apenas se acostumando a ficar dentro da faixa de trânsito correta e dirigir pela esquerda.

E foi exatamente isso o que eu fiz. Não tive grandes dificuldades para me acostumar, foi uma questão de minutos.

8. Carteira de trânsito internacional

A África do Sul faz parte do grupo de mais de 100 países que aceitam a carteira de motorista internacional emitida no Brasil. Essa carteira é um documento válido para poder dirigir veículos no país.

Para saber como tirar a permissão internacional no Brasil, dê uma olhada neste post:

Como tirar a Permissão Internacional para Dirigir

Apesar de ser um documento caro, a recomendação é que ele seja emitido e levado na viagem. Lemos muitos relatos de pessoas dizendo que não precisaram da carteira internacional, nem mesmo nas locadoras.

A mesma coisa aconteceu com a gente: nas locadoras, pediram apenas a minha carteira do Brasil, disseram que a internacional não era necessária.

Porém, no caminho de Joanesburgo para o Kruger Park, fomos parados em uma operação policial e o agente solicitou a minha carteira de motorista. Eu mostrei a ele as duas, a internacional e a brasileira, ele pegou apenas a internacional.

Não sei se ficaria em apuros se só tivesse a brasileira, ainda mais com o costume de cobrança de propinas que existe na África do Sul. Entenda melhor lendo a próxima dica.

9. Pagamento de propinas a policiais e agentes de trânsito

Não passamos por essa experiência desagradável, mas talvez o policial que nos parou no caminho para o Kruger implicasse conosco caso eu não tivesse apresentado a carteira de motorista internacional. Vai saber.

No voo de retorno para o Brasil ouvimos alguns passageiros comentando que tiveram que pagar propinas a policiais sulafricanos, e os adjetivos que eles utilizaram para descrever os agentes não foram nada bonitos. Não sabemos o motivo pelo qual pagaram propina: será que eles trocaram uma multa por uma propina? Não dá para saber.

De qualquer modo, o pagamento de propinas é algo ilegal. O policial pode aplicar a multa, no caso de alguma irregularidade, mas o pagamento da multa não pode ser feito ao policial.

Para vocês terem uma ideia, esse é um hábito tão comum na África do Sul (e os turistas, obviamente, são o principal alvo), que existe um movimento organizado de hotéis e pousadas informando aos turistas sobre a ilegalidade da cobrança de propinas.

Em confirmações de hotéis que recebemos por e-mail estava explícito:

“Lembre-se de que é ilegal (não importa o que te digam) entregar dinheiro a um agente de trânsito. Fazer isso estimula o assédio aos turistas. Por favor, não ceda à corrupção.”

Em uma pousada também pegamos um cartão com uma informação parecida que dizia ainda: “Caso algum agente faça a cobrança de propina, apresente a ele esse cartão”. E no cartão estava escrito que a cobrança é ilegal. Até nos mapas turísticos havia essa informação!

propina africa do sul
Recado no mapa turístico: TODAS AS MULTAS DEVEM SER ENTREGUES POR ESCRITO! É estritamente ilegal pagar “spot fines*” em dinheiro para oficiais de trânsito/qualquer outro oficial. Multas legítimas e por escrito podem ser pagas no departamento de polícia. Insista no recibo”
* “Spot fines” seria algo como multa instantânea, ou seja, pagar o valor da multa na hora, em dinheiro, ao agente. Isso não existe!

Honestamente, não sei se eu teria coragem de enfrentar um policial e me recusar a pagar a propina, pois eu não saberia como ele reagiria à negativa.

De qualquer modo, é importante saber que, embora existam movimentos de combate a essa prática corrupta, ela existe e parece ser um “costume” no país.

10. Trânsito

Já falei sobre a mão inglesa e o volante do lado direito, agora vou falar sobre outros aspectos do trânsito.

Notei que, de modo geral, os sulafricanos são bem educados no trânsito. Nas grandes cidades, como a do Cabo e Joanesburgo, percebemos alguns nervosinhos e apressados, buzinando, reclamando e xingando. Normal.

Porém, essas foram exceções. Nas cidades mais interioranas, seja nas estradas ou nas vias urbanas, onde quase não há semáforos, mas há pontos de trânsito intenso, as pessoas respeitam a placa de parada obrigatória, stop, com a palavra pintada no chão e a sinalização vertical. 

Mesmo quando visivelmente não há carros vindo em outra direção, em que uma simples redução de velocidade já seria o suficiente, ainda assim a grande maioria dos veículos para totalmente, e, momentos após, arranca o veículo.

Em cruzamentos onde não há semáforos, mas com placas de parada obrigatória, e você precisa fazer uma conversão, percebi o seguinte costume: mesmo se a passagem estiver liberada, você deve sempre parar. Fique tranquilo, pois o carro que vier na direção de onde você quer fazer a conversão vai parar o carro e liberar a passagem para você.

Pois bem, o esquema de respeito funciona assim: viu a placa de pare, faça o que se pede! Os próximos carros que vierem em outro sentido e/ou direção vão fazer a mesma coisa e a sua passagem será liberada. 

Outra coisa que reparamos foi que, sempre que houver a possibilidade de conversão, tanto para a direita quanto para a esquerda, a sinalização horizontal, ou seja, a pintada no solo, normalmente indicará uma pista exclusiva para quem quiser fazer essa manobra.

Isso significa que quem precisar parar o veículo para fazer a conversão não vai precisar bloquear o trânsito, mas deixará liberado o caminho para quem quiser seguir em frente.

Outra coisa, mesmo nas rodovias, a conversão é sempre feita pelo centro da pista, havendo espaço e faixas específicos, sinalizados, para o veículo se posicionar e aguardar o momento de fazer a conversão. Isso é diferente no Brasil, onde, nas rodovias, normalmente os veículos precisam aguardar no acostamento o melhor momento para fazer a conversão.

Uma coisa muito interessante acontece nos cruzamentos semaforizados. Na maior parte das vezes não existem aqueles sinais de quatro tempos em que você precisa esperar milênios até chegar a sua vez de passar.

O que vimos foram sinais de dois tempos, apenas. Ou seja, os sinais abrem para quem quer seguir em frente na via. 

Porém, as conversões à direita (lembre-se que na África do sul vale a regra da mão inglesa), situação em que é necessário atravessar a pista no sentido contrário, são também permitidas. Esse esquema de travessia, que também funciona em países europeus, parece caótico, no início, para os brasileiros. Mas é tudo muito bem organizado.

Em alguns casos, antes do sinal principal abrir, um semáforo auxiliar abre, por alguns segundos, apenas para quem quer fazer as conversões. Em outras situações, não existe esse semáforo, então as pessoas simplesmente aguardam o fluxo no sentido principal diminuir e fazem a conversão quando é possível.

Notamos, ainda, que em alguns cruzamentos, o semáforo fecha nos dois sentidos e, nesse momento, as pessoas aproveitam para fazer as conversões à direita. Aí, alguns segundos depois, o semáforo para quem vai seguir em frente abre.

Acreditem, funciona super bem! 

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11. Estradas, pedágios e buracos

Nesta série de dicas e curiosidades sobre a África do Sul falei bastante sobre assuntos relacionados ao trânsito e já estava esquecendo de falar sobre a qualidade das estradas.

Existem rodovias de alta velocidade, todas elas com várias pistas, muito bem sinalizadas. Porém, tudo isso tem o seu custo: havia pedágios que custavam mais de 60 rands. 

pedágio africa do sul
Chegando a um pedágio caro: 62 rands!

Além disso, no entorno de Joanesburgo, em uma espécie de anel rodoviário, há trechos com pedágios, com valores de 1 a 3 rands a cada cobrança.

No entorno de Joanesburgo e nas rodovias que vão para o Kruger a cobrança é feita de forma automática, na maior parte das vezes. Os veículos possuem um dispositivo eletrônico que é acionado a cada local de cobrança.

Nos postos de pedágios nas grandes rodovias, quando o dispositivo era acionado, ouvíamos um sinal sonoro e a catraca era liberada automaticamente. Quando isso não ocorria, fazíamos o pagamento em espécie, pois eles só aceitam cartões de crédito emitidos na África do Sul.

pedágio na África do Sul
Uma praça de pedágio (“toll”) entre Joanesburgo e Nelspruit

Já no anel rodoviário de Joanesburgo não existem os postos de cobrança, mas sim uma estrutura cheia de câmeras e leitores eletrônicos, que aparece de tempos em tempos. O carro passa embaixo dessa estrutura, o sinal sonoro é acionado e a cobrança é feita de forma automática.

No caso de aluguel de carros, no momento da devolução a locadora repassa ao locatário todos os valores que foram cobrados eletronicamente e isso passa a fazer parte do valor a ser pago pela locação.

Em outro post eu vou relatar, com detalhes, as nossas experiências de locação de automóveis na África do Sul, uma na Cidade do Cabo e a outra em Joanesburgo.

Nas estradas secundárias, livres de pedágio, a qualidade é inferior, não muito diferente do que vemos no Brasil. Algumas rodovias, principalmente as da Rota Panorâmica e proximidades, possuem muitos buracos e nem sempre é fácil desviar deles.

estradas na africa do sul
Uma das excelentes estradas pedagiadas da África do Sul

Mas sabe o que é interessante? É possível saber quando os buracos virão, pois existem placas sinalizadoras. É isso mesmo, quando você está prestes a chegar a uma sessão de buracos na rodovia, aparece uma placa dizendo: potholes.

12. Combustível

Os carros de passeio menores são abastecidos com um combustível chamado unleaded, que é a gasolina. Em alguns postos os frentistas também falam petrol, mas o nome que aparece nas bombas é unleaded. Os frentistas já sabem disso e a informação também aparece na tampa do tanque do automóvel. 

Porém, é importante consultar na locadora de veículos e/ou checar na tampa do tanque, para não abastecer o carro com diesel, que é o outro combustível comercializado na África do Sul.

13. Gorjetas

Já que falamos nos frentistas, vamos falar das gorjetas. Todo mundo quer gorjeta na África do Sul e é importante ficar atento a algumas situações.

Todas as vezes que abastecemos o carro, no momento em que eu desligava o carro, chegava um frentista perguntando sobre o abastecimento, enquanto outro já vinha com os produtos de limpeza para tirar as sujeiras do para-brisa. 

Tanta gentileza e prestatividade têm lá o seu custo. Como eu aproveitava os momentos de abastecimento para descer do carro e esticar um pouco as pernas, eu utilizava a seguinte estratégia: ao final do serviço, quando percebia a aproximação dos dois frentistas, eu dizia que tinha apenas uma gorjeta (normalmente, uma moeda de 5 ou uma nota de 10 rands) e que eles precisariam compartilhar. Aí eu dava o valor para um dos dois e ficava tudo resolvido.

Nos restaurantes também é comum dar gorjetas, sendo que 10% é um valor aceitável para um bom serviço.

As contas (bill ou check) já vem acompanhadas com uma caneta e três campos, sendo apenas um deles preenchido:

  • O primeiro, com o valor do consumo, já preenchido
  • O segundo, o espaço para a gorjeta (gratuity), a ser preenchido por você, com o valor que você quiser
  • O terceiro, o valor total, a ser preenchido por você, com a soma do valor do consumo e da gorjeta.

Observei que, quando o pagamento é feito com o cartão, existe um procedimento, na própria maquininha, em que o operador coloca o valor do consumo separado do valor da gorjeta, o que deve facilitar o gerenciamento dos valores e não deixar as gorjetas caírem no limbo.

Também é possível pagar o consumo no cartão e a gorjeta em espécie.

E, vejam só, até no banheiros dos aeroportos as pessoas querem receber gorjetas! Todas as vezes em que fui ao banheiro nos aeroportos havia um funcionário cuidando da limpeza, recebendo os usuários, indicando os locais dos mictórios ou casinhas com vaso sanitário, sempre com um sorriso no rosto e sacudindo algumas moedinhas na mão, sinalizando, com o barulhinho, que a simpatia não é gratuita.

Em um dos banheiros o funcionário colocava a própria mão para acionar o secador a ar de mãos, pode isso?

14. Uber

Se você está acostumado a usar o aplicativo no Brasil, saiba que, na cidade do Cabo, ele funciona super bem, também! 

De modo geral, os motoristas com os quais andamos foram muito gentis e todos tinham notas altíssimas no aplicativo, de 4,8 e 4,9, mesmo com mais de 10 mil viagens! Fiquei impressionado!

Como a cidade possui muitos pontos turísticos, existe um esquema muito organizado e sinalizado de pontos de parada para embarque e desembarque de passageiros de Uber e táxi, o que facilita a vida dos motoristas, dos passageiros e deixa o trânsito fluir.

Por exemplo, na Table Mountain, existe uma vaga, demarcada na rua, para o carro da Uber que vier buscar ou deixar os passageiros. Isso significa que todo mundo que precisa chamar um Uber ou desembarcar de um Uber, fará isso nesse local. 

ponto de uber na table mountain
Ponto de embarque e desembarque de Uber na Table Mountain

Também vimos esses pontos específicos perto do aquário e do V&A Waterfront.

Não usamos o serviço em Joanesburgo, pois ficamos lá apenas dois dias e optamos fazer o city tour com o ônibus vermelho, que nos levou ao Museu do Apartheid.

Alerta! No aeroporto da Cidade do Cabo, há vários homens oferecendo o serviço de Uber, insistindo para você entrar no carro com eles. Funciona assim: eles fazem uma simulação do valor no aplicativo do Uber e te cobram por fora. Aceitam até cartão! A “vantagem” oferecida é que você não tem que esperar alguns minutinhos por um carro. Claro que não vale a pena o risco de entrar em um carro com um desconhecido, sem qualquer registro da sua viagem. Não custa dizer: peça somente pelo aplicativo e confira a placa!

15. Roteiro flexível para a Table Mountain

É um dos pontos turísticos mais visitados da África do Sul. 

Aqui, deixamos duas dicas:

1ª: Compre seus ingressos pela internet, eles têm validade de 7 dias. Não deixe para comprar na hora da visita, caso contrário você precisará pegar uma fila para a compra dos ingressos e outra para subir ao topo da montanha.

2ª: Organize seu passeio para que vá à montanha no primeiro dia em que estiver na cidade. E vá de manhã, bem cedo mesmo. Isso porque o tempo muda muito facilmente e, se a montanha ficar encoberta, a visitação fica impossível. Então, se você se programar para ir à montanha no fim da sua viagem, correrá o risco de não poder fazer o passeio. Já se a programação for para os primeiros dias, é possível flexibilizar o passeio para um dia próximo, caso a montanha esteja encoberta. 

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Cidade do Cabo vista da Table Mountain

16. How are you?

A maior parte das pessoas, desde atendentes dos restaurantes e lojas, pousadas, a motoristas de Uber e policiais do Kruger Park, nos cumprimentou dizendo “How are you?”, em vez de dizer bom dia (Good morning), boa tarde (Good afternoon), ou boa noite (Good evening).

Normalmente a gente respondia que estava bem e devolvíamos a pergunta. Nesse momento, a resposta que ouvíamos era quase sempre: “Good, good, good.”, as palavras sendo pronunciadas rapidamente.

17. Muitos idiomas

A África do Sul possui 11 línguas oficiais! O inglês é o mais falado nas ruas, mas apenas o 5º mais falado dentro de casa. Com isso, é supercomum você ouvir os nativos conversando entre eles em uma língua totalmente ininteligível para nós. Uma delas é o Xhosa, um idioma interessantíssimo, cheio de cliques. É muito legal de ouvir!

19. Café da manhã

O melhor café da manhã, em termos de quantidade e variedade, fica no Brasil, gente. Não há a menor dúvida.

Mesmo em pousadas 4 estrelas, o café da manhã é bem diferente e é impossível não fazer a comparação com o que a gente experimenta no Brasil.

Na África do Sul as opções e porções são individuais e servidas na mesa, na maior parte dos casos. E eles têm o costume de preparar o café da manhã inglês na hora, com bacon, feijão, torradas, linguiça e ovos. 

Não sei se esse é o café que a maior parte dos nativos costuma comer (acredito que não) ou se essas opções existem e são tão oferecidas por causa da grande quantidade de turistas europeus que visitam o país, ou pelo fato de terem sido uma colônia inglesa.

Mas dá para ficar bem alimentado comendo torradas, leite, café, iogurte, frutas e cereais, bolinhos e pães.

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20. Tomadas

A tensão na África do Sul é de 220 volts, o que não é um problema para os equipamentos que costumamos levar nas viagens, como celulares, carregadores de câmeras e até mesmo computadores. Esses equipamentos são, na maioria, bivolt.

As tomadas sulafricanas são a coisa mais esquisita que eu já vi. São três pinos bem grossos e nem os nossos adaptadores ditos “universais” funcionaram lá.

A nossa sorte foi que, em todos os lugares onde nos hospedamos, havia pelo menos uma tomada com o padrão brasileiro, além de encaixes para cabos USB. Por esse motivo, acreditamos que isso seja comum por lá. 

A dica é: leve um T e trate de encontrar uma tomada com padrão brasileiro para conectar seus carregadores.

21. Que roupas levar para a África do Sul

Olha, fomos agora em setembro e o que podemos te dizer em relação ao tempo é: em Cape Town, faz frio e venta no alto da Table Mountain. Fora isso, o dia amanhecia fresquinho e depois esquentava. Sempre acabamos carregando a blusa de frio. No Kruger, fazia um calor horroroso. E em Joanesburgo estava bem frio.

Agora, uma coisa que você não precisa se preocupar é com o glamour. As pessoas andam muito simples. No Kruger, por exemplo, muita gente que vai fazer o self drive (que é o safári em que você faz por conta própria, com você mesmo dirigindo um carro comum), vai de chinelo mesmo, para aguentar o calorão.

Nas cidades, mesmo nos restaurante mais chiquezinhos, todo mundo vai de bermuda e tênis.

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