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Roteiro de 14 dias pela África do Sul: como fizemos e dicas para montar o seu


Sabemos que cada viagem é única e cada lugar pode ser especial, mas certamente a nossa viagem para a África do Sul será sempre rememorada como uma das mais intensas e bonitas. Se você nos acompanhou pelos stories lá no Instagram, pôde ver em tempo quase real como ficamos emocionados em diversos momentos. Muitas foram as perguntas recebidas. Quantos dias preciso? Como montaram o roteiro? Como são os deslocamentos? Como funciona o safári? Calma! Vamos explicar tudo!

Neste post introdutório, vamos apresentar um resumo de nossa viagem de 14 dias e também dar algumas explanações básicas de logística. Temos uma série de posts programada e nos aprofundaremos em diversos outros aspectos dessa nossa fascinante viagem. Na medida em que os posts forem ao ar, vamos incluindo os links aqui, combinado?

Leia também: Viagem para a África do Sul: 21 coisas que você precisa saber antes de ir

O que conhecer na África do Sul

A África do Sul é um país extenso, com mais de 1,22 milhão de quilômetros quadrados, ou seja, apenas um pouco menor que o estado do Pará. Nesta ampla área podem ser encontrados desertos, savanas, florestas e montanhas. Tantos biomas assim fazem a África do Sul ser o sexto país com mais biodiversidade no mundo! Além disso, possui cerca de 2800 quilômetros de litoral, boa parte com formações espetaculares, banhadas pelos oceanos Atlântico e Índico. Estou dizendo tudo isso para você ter uma ideia do quão maravilhosa é a África do Sul.

Creio que o foco principal de quem viaja para o mais meridional dos países africanos seja fazer um safári. O nosso também era. Porém, há muitas outras áreas de interesse. 

A Cidade do Cabo, ou Cape Town, é a capital legislativa do país. É uma cidade belíssima, com um relevo capaz de deixar qualquer um extasiado, ainda da janelinha do avião: o que mais chama a atenção é a Table Mountain, ou Montanha da Mesa. 

Table Mountain vista do Waterfront Cidade do Cabo
Table Mountain, vista do V&A Waterfront.

De Cape Town é possível visitar vinícolas e dois pontos muito interessantes: Boulder’s Beach, que é uma praia onde vive uma colônia de pinguins africanos, e o Cabo da Boa Esperança, aquele que era chamado de Cabo das Tormentas e que foi dobrado pelo português Bartolomeu Dias.

Cerca de quatro horas a leste de Cape Town, tem início uma bela rota turística com aproximadamente 300 km de extensão: a Rota Jardim (Garden Route). Quem percorre a Rota Jardim, que vai de Witsand a Storm River, passa por parques nacionais, reservas ambientais e o maior bungee jump de ponte do mundo. Tivemos que excluir a Rota Jardim do nosso roteiro por falta de tempo.

Outra cidade bastante visitada, e a porta de entrada de quem vai do Brasil, é Joanesburgo, onde está o ótimo Museu do Apartheid. De Joanesburgo, muita gente aluga uma carro para percorrer uma outra belíssima rota turística, a Rota Panorâmica (Panorama Route), que vai de Ohrigstad, na província de Limpopo, até Sabie, na província de Mpumalanga. Joanesburgo e Sabie estão distantes 368 km uma da outra.

Por fim, o Parque Nacional Kruger (Kruger National Park), com 2 mil hectares e lar de cerca de 900 espécies de vertebrados, incluindo os maiores mamíferos terrestres. Foi no Kruger que fizemos safári por conta própria durante 4 dias inteiros, mas isso é assunto para muitos outros posts.

Quantos dias ficar na África do Sul?

Muito difícil essa pergunta! Nós tivemos 14 dias inteiros, mais dois de deslocamento (16 dias no total), e tivemos que deixar a Rota Jardim de fora. Se você tiver 20 dias, creio que consegue fazer Cidade do Cabo, Rota Jardim, Safári (Kruger), Rota Panorâmica e Joanesburgo.

Não se esqueça de considerar os dias de deslocamento na hora de fazer a conta da quantidade de dias que você precisará.

Como chegar à África do Sul?

São duas companhias aéreas que operam voos entre Brasil e África do Sul, a Latam e a South African Airways. Ambas chegam por Joanesburgo. Cidade do Cabo fica a duas horas de voo de Joanesburgo. O Kruger Park, a 45 minutos de voo, se partir para o aeroporto de Mpumalanga, ou 4 horas de carro (mais ou menos 400 km). Nós voamos com a South African Airways.

Leia também: Como é voar com a South African Airways

Como pensamos no nosso roteiro

Nossa prioridade da viagem era o safári, então separamos logo quatro dias inteiros para isso. Li em muitos lugares que dois dias estava de bom tamanho, mas não nos arrependemos de termos separado mais dias. Na verdade, a experiência do safári foi tão legal, mas tão legal, que se tivéssemos mais dias, teríamos feito mais.

Como há muito o que fazer na Cidade do Cabo, separamos cinco dias inteiros. Mais um dia para a Rota Panorâmica e um dia e meio para Joanesburgo. O restante ficou para os deslocamentos. Gastamos, no total, 16 dias, sendo 14 deles efetivamente na África do Sul. No fim das contas, ficou assim:

Por que Cidade do Cabo primeiro?

Quebrei a cabeça para conseguir montar esse roteiro. No fim das contas, decidi começar a viagem pela Cidade do Cabo e finalizar por Joanesburgo pelas seguintes razões:

1 – O voo chega em Joanesburgo às 7h. Se Joanesburgo fosse o primeiro destino, não teria nenhuma garantia de que o hotel nos deixaria entrar tão cedo assim. Ficar esperando por horas, depois de uma viagem tão longa e sem dormir direito não era uma ideia que nos agradava.

2 – Uma segunda opção era chegar em Joanesburgo e alugar um carro para ir para uma cidade mais próxima ao Kruger. Nesse caso, chegaríamos a essa segunda cidade mais ou menos na hora check-in, considerando os trâmites burocráticos e uma parada para almoço. Contudo, pegar uma estrada na mão inglesa logo depois de uma viagem longa não nos parecia prudente.

3 – Em qualquer uma dessas duas opções, finalizaríamos a viagem na Cidade do Cabo. Como o voo parte de Joanesburgo às 11h rumo ao Brasil, teríamos que pegar um voo em Cape Town muito muito cedo para estarmos em Joanesburgo a tempo.

4 – Por fim, como eu já disse, o objetivo principal da viagem era o safári e era o que mais me enchia de expectativa. Prefiro sempre deixar o ponto alto mais para o final da viagem. Pensava que, se começasse pelo safári, correria o grande risco de depois não achar graça em mais nada.

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Roteiro de 14 dias na África do Sul

Segue, então, um resumo do que fizemos na nossa viagem de 14 dias para a África do Sul.

Dia 1 – Chegada em Cape Town – Cidade do Cabo. 

Chegamos por volta do meio-dia. Pegamos um Uber do aeroporto até o apartamento que alugamos, localizado Sea Point. Como sabíamos que estaríamos cansados da viagem e afetados pelo jet lag, não programamos nada para este dia. Ainda bem!  Havíamos saído de casa no dia anterior às 7h30 da manhã e estávamos um bagaço! Apenas deixamos nossas coisas no apartamento e fomos ao supermercado comprar suprimentos para abastecer a geladeira e a despensa.

onde ficar em cape town
Apartamento em que ficamos em Cape Town

Dia 2 – Cidade do Cabo: Table Mountain, Camps Bay e Clifton

Aproveitamos que o dia amanheceu com tempo firme e partimos direto para a Table Mountain. Não conseguimos levantar muito cedo e chegamos à base do teleférico às 10h. Ficamos duas horas na fila (!) e quando chegamos lá em cima, um pouquinho depois do meio-dia, já estávamos com fome. Almoçamos lá em cima e fizemos as trilhas, ficando no topo por cerca de três horas e meia no total. Descemos de teleférico e pegamos um Uber até Camps Bay, onde percorremos a pé toda a orla até Clifton.

Cape Town, vista do alto da Table Mountain
Camps Bay, em Cape Town
Camps Bay
Clifton, em Cape Town
Clifton

Dia 3 – Cidade do Cabo: Old Biscuit Mill, Aquário Two Oceans e V&A Waterfront

Aproveitamos que era sábado e começamos o dia no Old Biscuit Mill, uma fábrica de biscoitos desativada que hoje é uma galeria de lojas de artesanato, roupas, enfeites e serviços. O Old Biscuit Mill funciona todos os dias, mas aos sábados acontece também a The Neighbourgoods Market, uma feira gastronômica muito legal. Ali estão reunidas dezenas de barracas com as mais diversas comidas típicas da África do Sul, de outros países do continente africano e até de outros continentes, trazidas pelos imigrantes que hoje vivem ali, como os malaios e indianos.

The Neighbourgoods Market, Cape Town
The Neighbourgoods Market

Partimos depois para a região do V&A Waterfront, onde iniciamos o passeio visitando o Two Oceans Aquarium, o maior aquário de toda África. Amamos!

Aquário Two Oceans, em Cape Town
Aquário Two Oceans, no V&A Waterfront

Passamos por dentro do Watershed, uma galeria de artesanato com preços não muito convidativos, e visitamos outro espaço gastronômico, o V&A Food Market, que reúne comidas típicas e não típicas. Alguns exemplos do que você encontra no V&A Food Market: biltong (algo parecido com carne seca, típico do país), sorvetes, bolos, croissants, pizzas, wraps, sucos naturais, crepes, chocolates.

Ainda deu tempo de dar uma volta pelo V&A Waterfront, enfrentar uma pequena fila para tirar foto na famosa moldura amarela e ficar de bobeira observando o movimento.

V&A Waterfront, na Cidade do Cabo
V&A Waterfront

Dia 4 – Cidade do Cabo – Jardim Botânico

Inicialmente, a ideia era alugar um carro e ir até Boulder’s Beach, a praia dos pinguins, e o Cabo da Boa Esperança. Porém, descobrimos na véspera que justo neste dia ocorreria uma maratona na cidade e os acessos para a locadora estariam bloqueados.

Como havíamos feito a reserva do carro pela RentCars aqui no Brasil, entramos em contato com eles, e eles fizeram a alteração para nós.  Clique abaixo para fazer sua pesquisa.

Para fugirmos da muvuca do centro e adjacências, mudamos os planos e fomos para o Jardim Botânico Kirstenbosch. No final do dia, retornamos ao V&A Waterfront.

Kirstenbosch National Botanical Garden, na Cidade do Cabo
Passarela na altura das árvores no Kirstenbosch National Botanical Garden

Dia 5 – Boulder’s Beach, Cabo da Boa Esperança e Chapman’s Peak Drive

Alugamos um carro e fomos até Boulder’s Beach, a praia dos pinguins, ao Cabo da Boa Esperança e percorremos a bela estrada chamada Chapman’s Peak Drive

Boulder's Beach, a praia dos pinguins, na África do Sul
Colônia de pinguins em Boulder’s Beach.
Cabo da Boa Esperança
Cabo da Boa Esperança
Vista da Chapman's Peak Drive
Vista da Chapman’s Peak Drive

De volta à cidade, aproveitamos o carro para passarmos em Sea Point e Green Point.

Dia 6 – Boo Kaap, Green Market Square, Castle of Good Hope e Six District Museum

Começamos o dia pelo famoso bairro das casinhas coloridas, Boo Kaap, onde demos uma volta rápida. Seguimos a pé até Green Market Square, onde acontece uma feirinha de artesanato. Dali fomos almoçar no Brownies & Downies. O nome é de doceria, mas eles servem almoço e hambúrgueres também. O brownie clássico e o de caramelo salgado foram um dos melhores que já comi na vida! E uma coisa muito legal é que essa é uma empresa inclusiva, que emprega pessoas com deficiência, principalmente pessoas com Síndrome de Down.

Boo Kaap, em Cape Town
As casinhas coloridas em Boo Kaap

Fomos a pé até o Castelo da Boa Esperança, que é a construção mais antiga da Cidade do Cabo. Funcionou como forte, prisão e administração durante o período colonial e hoje é um museu.

Castle of Good Hope, em Cape Town
Castle of Good Hope

Após a visita, foi hora de conhecer outro museu, o Six District Museum, que conta a triste história das pessoas que foram expulsas de suas casas durante o Apartheid.

Sex District Museum, na Cidade do Cabo
Six District Museum

Dia 7 – Deslocamento: Cidade do Cabo – Joanesburgo – Nelspruit

Neste dia iniciamos a segunda etapa da nossa viagem. Fomos da Cidade do Cabo até Joanesburgo, num voo de cerca de duas horas de duração. No aeroporto pegamos nosso carro alugado e dirigimos até Nelspruit, onde apenas pernoitamos para ficarmos mais próximos do Kruger National Park. Ficamos hospedados no Victorian Guest House.

Onde ficar em Nelspruit
Victorian Guest House, nossa hospedagem em Nelspruit

Dia 8 – Safári no Kruger National Park

No nosso primeiro dia de safári, entramos pelo portão Crocodile Bridge e saímos pelo Numbi. 

Leia também: TUDO o que você precisa saber para fazer um safári no Kruger Park

O almoço foi no Lower Sabie Rest Camp. Foi um dia maravilhoso, em que vimos muitas girafas e elefantes, hipopótamos, crocodilos e ainda fomos brindados com leões devorando um búfalo! Quando estávamos quase saindo, vimos uma hiena se coçando no asfalto.

Safári no Kruger Park
O primeiro elefante a gente nunca esquece

Pernoitamos em Hazyview, no Little Pilgrims Boutique Boutique, um hotel lindo e super aconchegante, a 15 km (20 minutos) do portão Numbi e a 13 km (14 minutos) do Phabeni, com opção de café da manhã e jantar incluídos!

Leia também: Como foi nossa hospedagem no Little Pilgrims Boutique Hotel

Onde ficar em Hazyview
Little Pilgrims Boutique Hotel, em Hazyview

Dia 9 –  Safári no Kruger National Park

No nosso segundo dia de safári, entramos pelo portão Numbi e saímos pelo Phabeni (se diz “pabêni”). O almoço foi no Skukuza. 

Mais um dia excelente, em que vimos muitos, muitos animais, com dois destaques: leões fazendo a sesta a cerca de 10 metros do nosso carro e um leopardo desfilando em toda sua lindeza e imponência.

Leoa no Kruger Park
Um dos muitos momentos emocionantes que tivemos no Kruger

Dormimos novamente em Hazyview, no Woodlands Guest House, uma pousada do mesmo grupo do Little Pilgrims, muito aconchegante e com atendimento maravilhoso.

Leia também: Onde ficar perto do Kruger: dica de pousada maravilhosa em Hazyview

Woodlands Guesthouse, em Hazyview
Woodlands Guest House, ótima pousada em que ficamos em Hazyview

Jantamos no Pioneer’s Grill, também do mesmo grupo. O restaurante possui um vasto cardápio, com as mais exóticas carnes, mas, como não gostamos desse tipo de carne, comemos frango. Eu pedi um cordon bleu recheado com cogumelos e com molho de queijo (156 randas) e o Guto pediu um chicken schnitzel (126 rands), que é um frango com abacate. O cordon bleu estava sensacional! Guto também gostou do prato dele.

Dia 10 – Safári no Kruger National Park

No nosso terceiro dia de safári, entramos pelo portão Phabeni e saímos pelo Orpen. O almoço foi novamente no Skukuza. Neste dia deu zebra! Vimos muitas, mas muitas manadas de zebras, e sempre com muitos indivíduos cada uma. O destaque foi para outros dois leopardos e para uma matilha de cães selvagens.

Safári no Kruger Park
Animais atravessando bem na sua frente: uma cena comum no Kruger Park

Pernoitamos em Hoedspruit, no Woodpecker Lodge Guest House, que fica dentro de uma espécie de condomínio fechado, uma reserva privada com várias outras residências e hospedagens. A acomodação fica a 69 km do portão Orpen e a 75 km do portão Phalabowa.

Woodpecker Lodge, em Hoedspruit
woodpecker Lodge, nossa hospedagem em Hoedspruit

Dia 11 – Safári no Kruger National Park

No nosso quarto e último dia de safári, entramos e saímos pelo Orpen. O almoço foi no Satara Rest Camp. Este foi o dia dos búfalos! Vimos muitas manadas, uma delas com centena de animais! Vimos também três alcateias de leões, sendo uma delas com vários leões menorzinhos. Não eram mais filhotinhos, mas eram pequenos e estavam brincando entre eles e com os adultos e tentavam mamar na mãe, que já não deixava. Muito fofo!

Búfalo no kruger Park
Búfalo, um dos Cinco Grandes animais do Kruger Park

Pernoitamos em Hoedspruit, na mesma acomodação da noite anterior.

Dia 12 – Rota Panorâmica

Saímos cedo de Hoedpsruit com destino à Rota Panorâmica, uma estrada maravilhosa, com vários pontos de parada, cada um mais lindo que o outro.

Começamos parando em Echo Caves, um conjunto de cavernas que oferece visita guiada com cerca de uma hora de duração.

Depois, paramos nos Three Rondavels, uma formação bastante peculiar. No mirante é possível observar também o Blyde River Canyon, que é o terceiro maior cânion do mundo.

Three Rondavels, na Rota Panorâmica
Three Rondavels, na Rota Panorâmica

A terceira parada foi no Bourke’s Luck Pothole, um lugar também muito bonito, com uns buracos na rocha, esculpidos pela água.

Partimos para visitar outros pontos. Então, o tempo virou, a neblina tomou conta da estrada e havia pontos em que não enxergávamos 30 metros à nossa frente. O jeito foi abortar a missão e ir direto para Sabie (se diz ‘Sábi”), onde pernoitamos no Porcupine Ridge Guest House.

Leia também: Onde ficar na Rota Panorâmica: ótima dica de hospedagem em Sabie

Porcupine Ridge, em Sabie
Porcupine Ridge Guest House, ótima opção de hospedagem para percorrer a Rota Panorâmica

Jantamos no Wild Fig Tree, um restaurante muito bem avaliado. Eu pedi uma truta, que achei deliciosa, mas o Guto não gostou do prato dele, com frango, que estava mal passado. Em compensação, a sobremesa que ele pediu, o típico malva puding, foi espetacular. Eu pedi uma sobremesa gostosa também, que era tipo um mousse de chocolate amargo, mas a textura é diferente do que estamos acostumados aqui no Brasil. 

Dia 13 – Ida para Joanesburgo

Tentamos novamente subir a montanha e visitarmos os pontos faltantes da Rota Panorâmica, mas o tempo, mais uma vez, não colaborou. Mal conseguíamos ver a estrada. Seguimos para Joanesburgo, mas no caminho paramos na cidade de Dullstroom para almoçar no Harrie’s Pancakes, a mesma loja que existe em Graskop, na Rota Panorâmica. Comemos panquecas de frango com cogumelos e, de sobremesa, uma com chocolate amargo e sorvete. O Guto teve uma crise fitness e pediu uma panqueca de frutas.

Acabou que chegamos em Joanesburgo já no final da tarde. Deixamos as malas no hotel, o Signature Lux Hotel, em Sandton, e fomos dar uma volta na Nelson Mandela Square e no imenso shopping que há ali.

Onde ficar em Joanesburgo
Signature Lux Hotel, nossa hospedagem em Sandton, Joanesburgo

Dia 14 – Joanesburgo

No nosso único dia inteiro em Joanesburgo, compramos um passeio no ônibus turístico hop on hop off, aqueles com dois andares. Uma das paradas do ônibus é no Museu do Apartheid, o qual visitamos e achamos ótimo.

Uma dica: compramos o tíquete do Hop On Hop Off pelo Site da Get Your Guide, que estava mais barato que pelo site oficial.

Museu do Apartheid, em Joanesburgo
Museu do Apartheid, em Joanesburgo

Dia 15 – Retorno

Saímos cedo do hotel, às 7h30, já que o voo da South African Airways decolaria às 10h55.

O que faríamos diferente

Nós nos hospedamos fora do Kruger Park porque as vagas lá dentro já estavam esgotadas. Se fôssemos hoje novamente e mais uma vez não conseguíssemos nos hospedar no Kruger, eu ficaria três noites em Hazyview, em vez de duas, e ficaria em Hoedspruit apenas na noite anterior à ida para a Rota Panorâmica.

Isso porque achamos Hazyview uma ótima opção de hospedagem fora do parque, pois fica a menos de 20 minutos dos portões Phabeni e Numbi, enquanto Hoedspruit está a mais de uma hora de distância de uma das entradas. De resto, faria tudo igual!

Na noite que antecedeu o primeiro dia de safári, teríamos dormido em Malelane ao invés de dormirmos em Nelspruit. Isso porque Malelane está a 51 km do portão Crocodile Bridge, enquanto Nelspruit está a 112 km. Ficamos com medo de ficar muito cansativo voar e dirigir, mas esses 65 km não teriam feito tanta diferença no dia da chegada (porém fizeram no dia de ir para o Kruger).

De resto, faríamos tudo igual!

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Procra o que fazer na África do Sul? Veja nosso roteiro de 14 dias por Cape Town, safár no Kruger Park, Joanesburgo e Rota Panorâmica.

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