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Cataratas do Iguaçu: visitando o Parque Nacional de Iguazú (Argentina)

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A parte argentina que dá vista às cataratas fica em Puerto Iguazú, província de Missiones, coladinho com Foz do Iguaçu. Como no Brasil, há um parque nacional que é responsável pela preservação da natureza e por gerenciar as atividades turísticas. O parque argentino foi criado um pouquinho antes do brasileiro, em 1934, e também foi declarado patrimônio da humanidade pela Unesco.

É aqui no Parque Nacional de Iguazú, na Argentina, que você tem maior interação com as cataratas. A área para os visitantes percorrerem é bem maior, com várias trilhas e a gente até conhece as muitas quedas d’água pelo nome. É mais cansativo, porém, permite vistas incríveis.

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Contudo, a estrutura e a organização deixam um pouco a desejar em comparação ao parque brasileiro. Pelo menos em janeiro, quando fomos, o parque estava muitíssimo cheio e a logística oferecida não atende a demanda que eles se propõem a receber. Um ponto positivo é a acessibilidade. Todas as trilhas podem ser feitas por pessoas com dificuldade de locomoção e há painéis em braille em alguns mirantes, com explicações.

Foto: Aninha Gonçalves

Foto: Aninha Gonçalves

Neste post, falaremos sobre como é a visita ao parque, o que está incluído e o que é pago à parte, além de dar as nossas dicas.

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Como ir

Há várias empresas de turismo em Foz do Iguaçu que oferecem traslado até a porta do parque, pelo preço médio de R$80,00 por pessoa (janeiro de 2015), com hora marcada para ir e para voltar. Segundo informações colhidas, gasta-se em torno de uma hora, pois o motorista vai passando em vários hotéis.

Se você for de transporte público vai gastar R$33,00 por pessoa (ida e volta) e o trajeto demora cerca de 1h30. A gente já explicou como ir de ônibus aqui.

Táxi fica cerca de R$200,00 (ida e volta).

Compra de ingressos

Os ingressos são vendidos apenas na bilheteria e em PESOS. O valor para brasileiros em janeiro de 2015 era 200 pesos (veja a cotação aqui). Se não tiver conseguido fazer câmbio em Foz, pode fazê-lo na casa de câmbio que fica na aduana argentina, ao fazer a imigração. A cotação na época era 0,31 e na casa de câmbio estava 0,32. Se não der tempo de pegar o mesmo ônibus, aquele dos R$4,00, é só esperar o próximo e entrar pela porta de trás. Mas, para não perder tempo, sugerimos que, se for possível, troque seus dinheirinhos antes.

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Ao comprar o ingresso, é necessário apresentar documento para comprovar a nacionalidade, já que brasileiro tem desconto. Como sempre há reajuste, confira o valor aqui.

Nós chegamos cedo, por volta de 9h (o parque abre às 8h) e já tinha uma fila considerável.

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Centro de Visitantes Yvyrá Retá

Logo após entrar no parque, você verá o centro de visitantes, a recepção do parque. Solicite ali seu mapinha no idioma de sua preferência. Há exposições sobre a fauna e flora locais, sobre os índios guaranis e sobre a história do parque. Parecia bem interessante, mas resolvemos deixar para o final e acabou que não deu tempo de ver, pois praticamente fomos convidados a nos retirar do parque, hehehe.

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Um pouco à frente, você encontrará banheiros, caixas eletrônicos, lanchonetes (todas ainda fechadas àquela hora), o restaurante La Selva e loja de lembranças. Uma mamãe quati levava 16 (isso mesmo, dezesseis) filhotinhos para passear e cavar.

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Foto: Aninha Gonçalves

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Além disso, uma família de índios guaranis cantavam e tocavam. É de praxe, tem até uma placa no parque informando sobre isso.

Foto: Lucas Gonçalves

Foto: Lucas Gonçalves

Caminhando mais um pouco, há um quiosque de informações ao turista.

Locomoção no Parque

Desse quiosque de informações você tem duas opções: seguir reto para a Estação Central – ali você vai pegar o trem para a Estação Cataratas; OU seguir pela direita e fazer a Trilha Verde (o Sendero Verde, em espanhol).

Nossa sugestão: se você não tiver dificuldade de locomoção, siga a trilha verde. É que o trem sai da Estação Central somente a cada 30 minutos e a trilha verde tem apenas 600 metros. Você corre o risco de não caber no primeiro trem e ter que esperar mais 30 minutos ao invés de andar 600 metros na sombra, em meio à floresta.

Tanto se você pegar o trem na Estação Central, quanto se seguir a Trilha Verde, chegará à Estação Cataratas. É dali que você vai: 1- pegar outro trem para chegar à Garganta do Diabo, e 2- ser encaminhado para as trilhas inferior e superior.

Trilha inferior

Trilha inferior

Para ir à Garganta do Diabo, não tem jeito, é só de trem. Se você chegou à Estação Cataratas no trem que veio da Central, deve desembarcar e pegar a outra fila, pois são composições diferentes que fazem os trajetos. O trem só parte com lotação completa. São quatro passageiros por banco. Metade dos bancos vai de frente, metade dos bancos, de ré.

Trilha Verde

Nós optamos por fazer a Trilha Verde até a Estação Cataratas. O percurso é rápido e quase todo na sombra, bem no meio da floresta. É bem agradável e bonito. Cruzamos a linha do trem e tivemos a sorte de ver muitas borboletas, pássaros e teiús.

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Estação Cataratas

Como já dissemos, a Estação Cataratas é o lugar onde você pega o trem para a Garganta do Diabo e é perto do começo das trilhas superior e inferior. Há banheiros, lanchonete e uma ducha.

Estação Cataratas

Estação Cataratas

Quando chegamos à Estação Cataratas bateu desespero. A fila para pegar o trem para a Garganta do Diabo estava quilométrica. Muito grande. Gigante mesmo. Mas, como a gente sabia que a Garganta era o ponto alto do passeio, fomos para a fila. Na fila, não cabia todo mundo embaixo da área coberta. Nós ficamos no sol. Beirava os 40ºC. Aquele monte de gente embolado. A coisa foi ficando feia. Veio o primeiro trem. Lotou. E a fila andou OITO passos. Continuamos no sol. Nossa água estava na temperatura de um café recém feito. Deixei as pessoas na fila e fui à lanchonete com meu irmão comprar água.

Entramos. Fila grande, ar condicionado DESLIGADO e UMA pobre atendente para atender o caixa e o balcão. Eu e meu irmão já estávamos quase desfalecendo, a cara pingando, a roupa colada. Muito tempo depois, chega o Guto, parecendo que tinha corrido uma maratona. “Não estamos aguentando mais! Aquilo ali é insalubre! Já saiu outro trem e a fila não andou. Vamos sair da fila e sentar à sombra pra esperar vocês. Aí a gente faz outra trilha e depois volta.”

Me dei conta que já estávamos ali havia quase uma hora. Chegou a nossa vez de pedir a água. Não tinha gelada.

– Tá bom, pode ser a que tiver –  falei, com a boca seca.

– São 30 pesos, senhora.

– 30 pesos?! E em reais?

– Nove reais com cinquenta centavos.

E essa foi a primeira vez que fui assaltada na Argentina: R$9,50 por uma garrafinha de água mineral quente de 500 ml. Só para você comparar, no TTU em Foz era R$1,50. No Centro de Puerto Iguazú, R$2,20.

Aí sentamos para descansar um pouco à sombra e tomar a água quente. E vimos um pessoal molhado. “Estão mais suados que a gente”, falamos. Mas aí vimos que eles estavam felizes. Foi quando localizamos uma ducha. E a galera entrava na ducha, de roupa e tudo. Foi o que fizemos. Era a única maneira de suportar o calor infernal.

Trilha Superior

Adiamos um pouco os planos de ir à Garganta e fomos à Trilha (Sendero) Superior. Para começá-la, você deve seguir uma trilha para pedestres na mesma direção para onde vai o trem para a Garganta e daí é só seguir as placas.

A trilha é uma passarela que vai por cima, imediatamente antes das quedas. É uma bela visão e você vai sabendo o nome de cada uma delas. Não tem escadas e o percurso total é de 1300 metros, ida e volta. Há alguns lugares de descanso, com banquinhos.

Algumas das vistas que se tem desta trilha:_MG_7284IMG_7256

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A trilha inferior lá embaixo

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Essa nuvem aí são os respingos das cataratas

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Barcos dos passeios brasileiro e argentino

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Ainda tivemos sorte de ver macacos na volta da trilha

Ainda tivemos sorte de ver macacos na volta da trilha

Trilha Inferior

Lá onde você começou a Trilha Superior há uma plaquinha indicando a Trilha Inferior. Você chegará a uma pracinha com lanchonete e banheiros, de onde se inicia a trilha propriamente dita, que tem 2800 metros no total. É que são três ramificações (apenas uma delas tem escadas). As passarelas vão por entre as árvores e dão vista para as quedas por baixo. Uma das ramificações leva ao local onde se pegam os botes para a Ilha de San Martin (veja abaixo), outra leva ao Salto Alvear Nuñez e outra ao Salto Bosseti, que foi onde eu consegui tirar minha única foto não-empurrada-e-não-espremida em todo o passeio. É que o parque já estava fechando o o guarda já estava apitando para todo mundo ir embora, aí aproveitei o esvaziamento.

Lembra que eu falei sobre o farol no post sobre o parque brasileiro? Olha ele aí!

Lembra que eu falei sobre o farol no post sobre o parque brasileiro? Olha ele aí!

Achei essa trilha inferior ainda mais bonita que a superior. Veja algumas vistas:

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Minha única foto não-empurrada. Ruinzinha, com celular molhado, mas foi o que deu.

Minha única foto não-empurrada. Ruinzinha, com celular molhado, mas foi o que deu.

Trilha Garganta do Diabo

Na nossa segunda tentativa de ir à Garganta, só conseguimos ir no terceiro trem, ou seja, esperamos mais de uma hora. No site diz que cabem 250 passageiros no trem, então dá para sentir como o parque estava cheio. Há espaço para cadeiras de rodas, ponto para o parque!

O trem percorre cerca de 3km em 15 minutos até a Estação Garganta do Diabo, onde há lanchonete, banheiros e ducha (ainda bem).

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Da estação, andamos por uma passarela, que tem 2,2km de extensão, ida e volta, e vai passando pelo rio, com um ponto de descanso no meio do percurso. O problema é que o trajeto é no sol. Mas, ao chegar ao mirante da Garganta, a gente esquece de tudo.

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Vista do rio Iguaçu Superior, no começo da trilha

Vista do rio Iguaçu Superior, no começo da trilha

Trilha sob o sol...

Trilha sob o sol…

Vamos chegando...

Tá chegando…

...chegando...

…chegando…

...chegando...

…chegando…

...quase chegando...

…quase chegando…

...chegou!!!!!

…chegou!!!!!

A vista é espetacular! São 80 metros de queda caudalosa! A gente não consegue ver a parte de baixo do rio, tamanho o volume de água, que faz com que uma nuvem de respingos volte e molhe o turista. Uma bandeira da Argentina marca o território. Do lado de lá, a gente vê o Espaço Porto Canoas, no Brasil.

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O problema é que o mirante é pequeno para o número de pessoas que estavam lá (pelo menos em janeiro), assim, a gente se espremia nos buraquinhos para ver a queda e batíamos as fotos do jeito que dava. Os fotógrafos do parque tomam conta do espaço. Um deles não me deixou chegar na mureta para bater uma foto eu mesma!

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Aproveite a passarela para observar o rio, quem sabe você tem a sorte, como eu, de ver belos animais? E pode ser que você veja pássaros próximo à lanchonete.

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Na volta, ao terminar a passarela, vá à esquerda, próximo aos banheiros. Ali você verá um bando de variadas borboletas no solo.

Foto: Lucas Gonçalves

Foto: Lucas Gonçalves

Passeio Ilha de San Martín

Infelizmente, quando fomos estava interditado, mas também é incluído no preço da entrada do parque. O acesso é feito por um porto, pela trilha inferior. O barco leva até a ilha e lá há uma passarela. de 700 metros. Não é recomendado para crianças, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção. Não há sanitários ou lanchonete.

Ilha San Martín, vista da Trilha Superior

Ilha San Martín, vista da Trilha Superior

Trilha Macuco

Esta trilha não é muito feita pelos visitantes, embora esteja incluída no valor da entrada. No nosso caso, nós priorizamos as trilhas das cataratas e não sobrou tempo. É pouco provável que dê para fazer tudo no primeiro dia, mas vai que você é rapidinho, ou quer voltar no dia seguinte para ver o que não deu tempo. O horário limite para começar a trilha é às 15h.

A trilha começa na Estação Central e termina em uma cachoeira chamada Salto Arrechea, que não é uma queda das cataratas. O trajeto tem 7 km, ida e volta e não tem banheiro ou lanchonete. Em compensação, você pode entrar na cachoeira, que tem queda de 20 metros de altura. A Marcelle Ribeiro, do Viciada em Viajar, fez a trilha e relatou em seu blog.

Alimentação no parque

Comer no Parque Nacional do Iguazú não é barato. Além da água, que já falamos lá em cima, quase tudo é caro. Os preços nas lanchonetes são tabelados.

No restaurante La Selva, o buffet livre, sem bebidas e sem churrasco, estava 110 pesos por pessoa. Com churrasco, mas sem bebidas, era 170 pesos. Só que ele fica na entrada do parque, lembra? E nós tínhamos acabado a trilha superior, estávamos bem no meio do parque. Mas há outra área de alimentação, entre a Estação Cataratas e o Viejo Hotel. Fomos ali e estava lo-ta-do. Depois de conseguir uma mesa, fomos ver os preços. A comida, nem me lembro. Mas um sanduíche num pão francês um pouquinho maior que o nosso tradicional com presunto e queijo era 70 pesos! Foi a segunda vez que fui assaltada na Argentina. O Guto comeu o pão de sal mais caro da vida dele e eu comi uma porção de batatas fritas que estava 25 pesos. Enfim uma coisa barata e que não era miserenta. Mais tarde, compramos três empanadas por 60 pesos. Até que não foi caro e, não sei se era a fome, achei que estavam deliciosas!

Viejo Hotel

Viejo Hotel

Não alimente os quatis (de novo)

Já falei sobre isso no post sobre o parque brasileiro, mas é que eu fiquei muito indignada. Os quatis estão aos montes por todo o parque. Têm uma carinha fofa, mas dentes afiados. Mas parece que as pessoas só veem a cara fofa e se esquecem e que o bichinho não é doméstico. Tem placa de “não alimente os quatis” com uma foto de uma mão ensaguentada para todo o lado, mas parece que o povo ignora.

Quando estávamos terminando o passeio inferior, o horário de funcionamento do parque se esgotou e os guardas vieram tocando o pessoal. (Sabe quando a gente toca galinha na roça, balanço os braços? Eles faziam assim e meio que cantarolavam: “¡Vamos, chicos!”).

Estávamos em um grupo subindo a trilha quando apareceu uma família de muitos quatis. O que o pessoal começa a fazer? Tirar comida da bolsa e jogar para eles. Tinha de tudo! Até que uma pessoa tira um pacote de biscoito água e sal com pouco menos da metade e o joga no meio do bando. Eles começam uma briga horrorosa pelos biscoitos, e um deles pega a EMBALAGEM PLÁSTICA e sai mastigando. E o que os guardas fizeram? Nada. Só assistiram.

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Quando os quatis foram embora, continuamos a trilha (eles estavam obstruindo a passagem) e, mais à frente, alguns macacos vieram baixinho nas árvores. E, mais uma vez, o povo dá comida!

Aí depois é atacado e vem querendo processar todo mundo, né?

Desconto para o segundo dia

O parque é bem grandão e merecia mesmo uma segunda visita. Se você quiser, na saída passe na bilheteria e apresente seu ingresso para revalidação. Aí você paga apenas 50% da entrada no segundo dia. Mas, atenção! Só vale para dias consecutivos.

Passeios opcionais

Além desse monte de trilha que já explicamos aí em cima, há alguns passeios pagos à parte.

Luna llena – nas noites de lua cheia, há uma visita guiada pela trilha superior. Na volta, há um coquetel no restaurante La Selva, incluso no valor. Deve-se reservar com antecedência. Valor (adulto) em janeiro de 2015: 400 pesos. Valor do jantar (opcional): 180 pesos. Mais informações aqui.

Safari en la selva – é um passeio guiado em veículo 4×4, em uma trilha no meio da floresta. Essa trilha é o antigo caminho para se chegar ao parque, uma estrada de terra que hoje só é usada para os safaris. São 20 km de percurso, com duas horas de duração. Saídas às 10h30 e às 16h, de dentro do parque. Necessário reservar. Valor (adulto) em janeiro de 2015: 390 pesos. Mais informações aqui.

Safari camino de los pioneiros – é o mesmo safari anterior, mas começa por fora do parque, pegando os passageiros nos hotéis de Puerto Iguazú. Saída dos hotéis às 7h30. Fim do passeio às 9h30. Necessário reservar. Valor (adulto) em janeiro de 2015: 320 pesos. Mais informações aqui.

Safari de la cascada – são 4 km em veículo 4×4 por uma trilha diferente àquela da Trilha Macuco, mas que também termina no Salto Arrechea. Lembre-se de que a caminhada pela Trilha Macuco é grátis, então, sei lá, achei esse meio enganação. São duas horas de duração e é necessário reservar. Valor (adulto) em janeiro de 2015: 390 pesos. Mais informações aqui.

Paseo Ecológico – passeio de bote, partindo da Estação Garganta do Diabo, por 30 minutos pelo rio Iguaçu Superior. Mais informações aqui.

Gran Aventura – é a versão argentina do Macuco Safari. Carrinho na selva e bote no Iguaçu inferior. Duração: 1h20. Mais informações aqui.

Aventura náutica – é o anterior, só que sem a parte da selva. Já começa no barco. Duração: 12 minutos. Mais informações aqui.

Dicas e orientações

  • Use roupas bem leves, confortáveis e que sequem rápido. Especialmente no parque argentino você vai andar muito. Nos pés, voto em um par de tênis. Se gostar de boné, será bem vindo;
  • Não saia das trilhas;
  • Não arranque plantas;
  • Não alimente os animais e isso inclui os fofos dos quatis;
  • Beba muita água, mesmo que ela custe R$19,00 o litro;
  • Use muito protetor solar.
  • Se você se incomodar com mosquitos, use repelente. Não tivemos problemas com isso, mas…
  • Se não quiser se molhar, use capa de chuva.

Nosso roteiro foi: Tentativa nº. 1 de ir à Garganta do Diabo – Trilha Superior – Almoço – Garganta do Diabo – Trilha Inferior

Sugestão: Sugerimos que você também tente começar pela Garganta do Diabo, que é a Trilha mais cansativa, já que é toda no sol. Se não for possível, faça primeiro a trilha inferior e deixe a superior por último, que é mais curta, com mais sombra e com áreas para descanso.

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Parque Nacional de Iguazú
http://www.iguazuargentina.com/pt
Horário de funcionamento: todos os dias do ano, sem exceção, de 8h às 18h.
Lembre-se de que durante o horário de verão brasileiro lá na Argentina é uma hora a menos em relação ao horário de Brasília.

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7 comentários em “Cataratas do Iguaçu: visitando o Parque Nacional de Iguazú (Argentina)

  1. Ola gostaria de saber se vc nao foi ao ice bar um puerto iguazu? Quero conhecer mas estou pretendendo ir de onibus vc sabe dizer se viavel ou melhor um taxi? E a iluminacao da barragem é possivel ir e voltar de onibus tambem?

  2. Oi. Nós do D&D Mundo Afora fizemos um post superbacana com 37 atrações sobre o que fazer em Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este.

    Para ilustrar algumas atrações que não tivemos oportunidade de visitar, citamos alguns blogs que já tinham publicado posts sobre os assuntos.

    Entre eles, indicamos o post do MIneiros na Estrada sobre as cataratas argentinas. Quando puder, dê uma olhadinha lá!!!!
    http://www.dedmundoafora.com.br/2016/08/37-atracoes-foz-do-iguacu-puerto-iguazu-ciudad-del-este.html

  3. Pingback: Panificadora Doce Pão, almoço barato perto do TTU (Foz do Iguaçu)

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