Página inicial / Brasil / Nossa experiência não tão boa com guia de turismo em Ouro Preto

Nossa experiência não tão boa com guia de turismo em Ouro Preto



Quem acompanha o blog sabe que eu sou louca com Ouro Preto. Mas uma coisa chata na cidade é o assédio dos guias. Se você passar 10 vezes na Praça Tiradentes, 10 vezes te oferecerão passeios. E numa dessas, um guia simpático nos abordou. E foi aí que tudo começou! Este post é o relato de uma experiência não muito legal e o objetivo é deixar você alerta e, quem sabe, evitar que passe pela mesma situação que nós passamos. Se, ao expor nosso erro, conseguir ajudar ao menos uma pessoa, já estou feliz!

Então, senta que lá vem história! Passando pela Praça Tiradentes, um guia nos abordou e ofereceu um passeio até duas minas de ouro, o Mirante do Morro São Sebastião, uma capela e a Cachoeira das Andorinhas por 150 reais para três pessoas (março de 2017). “Quanto tempo dura o passeio?”, perguntei. “Ah, não gosto de marcar tempo, não, afinal de contas vocês estão passeando, né? Mas, quer ver… am… vamos colocar aí… umas quatro horas”, disse o guia. “Anrã, sei”, pensei. Quem que vai oferecer um serviço e não vai estabelecer a duração? Ele ainda explicou mais sobre o trabalho dele, falando que dá explicações sobre a cidade e sobre cada ponto a ser visitado, que é guia cadastrado pelo Ministério do Turismo e nos mostrou seu crachá, que estava pendurado no peito. Ele também estava uniformizado.

Dispensamos, para conversarmos entre nós. Era uma segunda-feira, estávamos sem carro e tínhamos mesmo pensado em contratar um guia para nos levar em alguns lugares na cidade: nosso foco era minas de ouro e mirantes. Como os pontos em que queríamos ir eram muito distantes uns dos outros e estava tão calor que parecia haver uns três sóis para cada pessoa, um carro com ar condicionado cairia muito bem.

Fomos até a Casa de Tomás Antônio Gonzaga e na volta passamos de novo na Praça Tiradentes, onde paramos em uma sombra para analisar o mapa e pensarmos em propor ao guia um roteiro diferente do que ele havia oferecido, que nos atenderia melhor. Eu estava acabando de fazer umas marcações no meu mapa quando ele se aproximou.

– Gente, estou aqui desde 8h30, preciso trabalhar. Eu faço por 120 reais para vocês.

– Na verdade, a gente queria te propor uma alteração no roteiro. Queríamos manter as duas minas, a capela e o Mirante do Morro São Sebastião, mas retirarmos a cachoeira e colocarmos o mirante da rua Conselheiro Quintiliano, que fica no caminho da mina, o mirante da UFOP e o Museu Casa dos Inconfidentes.

– Perfeito. Faço por 100 reais.

Me achando a superexperiente em viagens, confirmei novamente os pontos que visitaríamos e o valor.

– Podem me aguardar aqui mesmo, eu trago o carro até aqui para pegar vocês.

Dois minutos depois, ele chegou, em um Uno, gente! Um Uno, 1.0, sem ar condicionado. (Não é preconceito com carro popular, não me interpretem mal. Continuem lendo e vocês entenderão).

Nem havia cogitado perguntar que carro ele tinha. Ele provavelmente viu o espanto na nossa cara e já foi se justificando: “Ah, esse carro é do meu irmão, minha mulher precisou do meu carro hoje”. Dissemos que tudo bem e eu fui no banco da frente, deixando minha mãe e minha irmã no de trás, para que não fôssemos muito apertadinhas.

O guia, que chamarei aqui de Habacuque, para haver pouco risco de ter um guia com nome igual, foi dando algumas informações sobre a cidade, falou sobre algumas datas históricas, sobre tempo de construção das igrejas e rapidamente chegamos ao nosso primeiro ponto, a Mina du Veloso. Ele foi parando o carro e já cumprimentando um rapaz que aparentava ter uns 20 anos e que nos apresentou como seu parente, dizendo que ele devia estar ali levando a namorada, em uma casa que fica nas redondezas.

Mina du Veloso, mina de Ouro aberta à visitação,em Ouro Preto.
Mina du Veloso

Visitamos a mina e quando saímos o parente, que nem sabemos o nome, estava sentado no banco do motorista e o Habacuque, no carona. “Ele vai nos acompanhar porque depois vai lá pra casa.”, disse o guia.

E assim fomos, o Habacuque guiando o rapaz, explicando qual rua virar e dando macetes de como guiar o carro. Parecia que ele estava aprendendo a dirigir. Não que tenha cometido alguma barbeiragem, mas digo isso pelas dicas que o Habacuque dava, como “aqui a preferência é sua”, “sinalize aqui”, “joga um pouquinho para lá”.

Continuamos o passeio, nós três lá no banco de trás, encostadas umas nas outras, as peles grudando, aquele abafamento, o suor escorrendo.

As explicações sobre a cidade foram ficando mais escassas e eram intercaladas com conversas sobre a família do Habacuque, entre ele e o rapaz. Soubemos que o irmão, dono do carro, não cuida do veículo, que já entrou com o carro na água e danificou o motor e a caixa de óleo, que gastou mil reais para resolver esse problema, mas que ainda há vários outros que ainda precisam de conserto e que ele negligencia o carro porque gosta mesmo é de cavalos e gasta todo seu dinheiro comprando animais.

Depois ele começou uma sessão Nelson Rubens, contando sobre o Fulano, que é dono de não sei quais pousadas, tem tal loja e comprou um casarão por 2 milhões; sobre o Beltrano, dono de tal empresa, que tem um jatinho, traiu a esposa e morreu com a amante, mas, ainda bem, deixou os filhos com uma vida confortável, graças à polpuda herança, e sobre mais um monte de morador da cidade – gente que não fazemos ideia de quem são, e nem nos interessa saber!

No quesito conversa alheia o pior tópico foi quando passou um policial e ele contou ao sobrinho que descobriu que a esposa estava de conversinha com ele no whatsapp, mas que não falou nada ainda com ela, pois pretende averiguar mais. Viram o nível?

Mas teve também o momento aventura. Em determinado momento, começamos a subir uma ladeira e aí o possante Uno 1.0 começou a deslizar. O sobrinho pisou fundo, o carro não subia, veio aquele cheirão horrível. Por sorte não era uma parte tão histórica e havia uma entrada de garagem, então ele deixou o carro voltar de ré o jogou na entrada da garagem. Pisou fundo novamente, o carro andou uns 30 metros e aí patinou de novo, perdeu a rotação e começou a descer.

“Joga na garagem, joga na garagem!”, orientou o Habacuque, que foi atendido pelo motorista. Ainda bem que ele é um rapaz calmo e não entrou em desespero. Mas nós ficamos muito tensas, pois a rua estava cheia de crianças que saíam da escola! O guia explicou que ele deveria acelerar e subir em zigue-zague e assim ele fez, até vencermos a ladeira. Ufa!

E aquilo que ele disse no começo que explicaria tudo sobre a cidade em cada ponto visitado também se revelou uma grande balela. Quando chegamos ao mirante da UFOP, ele nos levou até ele e já foi falando: “Espero vocês no carro”. Se virou e nos deixou lá sozinhas. Nem uma explicação. Lá do mirante a gente vê o centro histórico todo, dá para identificar as igrejas e outros pontos importantes. Sorte que eu já estou bem familiarizada com a cidade, então eu mesma mostrei os pontos para minha mãe e minha irmã. E foi a conta disso e de batermos umas fotos e já veio o Habacuque nos buscar dizendo que estava na hora de voltarmos. Cadê aquele papo de “não-gosto-de-marcar-tempo-porque-vocês-estão-passeando”? Pois é!

Dá uma força aí pra gente! Curta nossa página no Facebook!

E aí Habacuque já queria encerrar o passeio! Perguntamos pela Casa dos Inconfidentes e ele disse que não iríamos porque encontrou com um amigo guia e ele disse que tinha ido lá e que estava fechado. Perguntamos sobre o Mirante do Morro São Sebastião e ele disse que o carro não aguentaria subir! Tá, mas ele não tinha combinado que iríamos lá? Que raiva da gente, que nem dissemos que o carro não subiria porque tinha uma pessoa a mais! Sabe quando a gente fica tão passada, sem acreditar no que está acontecendo, que fica meio bocó, sem reação?

E aí, gente, ele realmente encerrou o passeio, nos deixando na base do Morro de São Sebastião.

Já ficaram alguns aprendizados, que acho que servem para qualquer contrato de guia, em qualquer cidade, não apenas Ouro Preto.

1 – Sempre confirmar em qual veículo o passeio será feito

Nem pensamos em perguntar qual carro ele tinha. Sei lá, acho que no inconsciente já consideramos que seria um carro que aguentasse as ladeiras de Ouro Preto, né? Não imaginamos que seria um 1.0. Além disso, um dos motivos que contratamos um guia com carro foi para termos ar condicionado, por causa do calor – era março – verãozão na cidade.

2 – Confirmar quem será o motorista

A gente não gostou dele colocar outra pessoa na direção. Primeiro porque contratamos o Habacuque, não alguém claramente inexperiente. Segundo porque colocando mais um no carro, fomos bem espremidinhas no banco de trás e não foi nada confortável.

3 – Confirmar o itinerário

Pior que isso a gente fez, mas o Habacuque não cumpriu o prometido.

4 – Veja as dicas da Mayara

A leitora Mayara deu dicas preciosas. Clique aqui para ler.

E você, já teve alguma experiência que não saiu como planejado? Conta pra gente aqui nos comentários!

Leia também:

Como ir de ônibus de Belo Horizonte a Ouro Preto

Guias de turismo são peças muito importantes para se aprender mais sobre o lugar em que se visita. Mas, e quando a experiência não é tão boa?

Receba as novidades do blog no seu e-mail:  
Programando sua viagem?
Utilize nossos parceiros. Você não paga nada a mais por isso, mas a gente ganha uma pequena comissão. Se o blog te ajudou de alguma forma, é uma maneira de nos ajudar a mantê-lo.

Reserve hotéis no Booking: A maioria das acomodações não pede pré-pagamento e permite cancelamento gratuito.
Alugue um carro na Rentcars: Cote em dezenas de locadoras, parcele em até 12 vezes e pague em reais, mesmo para aluguel no exterior.
Compre Seguro Viagem com a Seguros Promo:  Compare preços e planos em mais de 10 seguradoras. Viaje com assistência médica e odontológica, seguro bagagem e atendimento 24h! Usando o código MINEIROS5 você tem 5% de desconto!
Compre ingressos e passeios com um de nossos parceiros: Tiqets  ou Get Your Guide.   Fuja da fila já chegando com seu ingresso na mão!
 

33 comentários em “Nossa experiência não tão boa com guia de turismo em Ouro Preto

  1. Moro a Ouro Preto há 7 anos e todo dia ao ir para o trabalho os guias me abordam, até no carro com placa da cidade. Já solto aquela frase batida, todo santo dia, SOU DAQUI! e sempre escuto a frase: PARECE TURISTA kkkkkkkkkkkkk Estão me convencendo que tenho cara de turista. Meu marido nem responde mais, de verdade!

  2. Devidos descricoes citadas …no contexto ;guia e visitante daria pra fazer um documentario …ou sei la quem sabe um filme de comedia !!! Pq e super engracado!!!!

  3. Pingback: O que eu vivi em Minas Gerais | o que eu vivi

  4. Primeiro, Chama – se Guia de Turismo.
    Cada qual sabe o quanto quer gastar, o quanto de dinheiro tem, mas o principal ponto numa viagem: FAZER OS PASSEIOS APENAS COM EMPRESAS CREDENCIADAS E GUIAS CERTIFICADOS NO CADASTUR. Muitos fazem uma carteira meia boca e ludibriam o turista. Nós guias certificados no CADASTUR sempre orientamos nossos clientes da melhor forma possível.

  5. Vários relatos lembram à todos nós a importância de se pesquisar, antecipadamente, roteiro, condições climáticas, acomodações, atrativos, profissionais que nos atenderão, entre outros aspectos imprescindíveis para nos propiciar mais satisfação nas viagens.
    Obrigado.

  6. Olha existe Guias e Guias, de fato a cidade tem inúmeros guia cadastrados e vários que não são, realmente o visitante tem que olhar e analisar com calma o profissional que o irá acompanhar.

    • Eu acredito que jamais deveria contratar alguém que não conhece pois existem muitas coisas e situações difíceis acontecendo no mundo todo. Aqui no Brasil devemos ter um estudo em todos os sentidos sobre a região ou Cidade à ser visitada, utilizar um guia já conhecido ou por indicações. Deixar tudo muito bem definido antes da contratação do Guia para poder cobrar caso não seja executado da forma correta.

  7. Oi Gê fico muito triste ao ler um relato assim, e ver o quanto de pessoas sem respeito e profissionalismo existem.
    Eis aqui mais dicas além das que citou, muitos lugares do Brasil estão falsificando o cadastur (o crachá que ele te apresentou) por ser de pouco conhecimento público fica fácil enganar, então antes de contratar um guia de turismo o ideal é entrar no site do ministério do turismo e ver se o mesmo esta devidamente registrado, assim anotando o número da carteira/crachá dele você pode fazer denúncias posteriores caso ocorra algo. NEM TODOS SÃO ASSIM, OPTEM POR RESERVAR GUIA DE TURISMO ANTES, PESQUISEM NO PRÓPRIO SITE DO CADASTUR E NA ASSOCIAÇÃO- a AGTURB (que é ate melhor para verificar se o profissional é atuante). Muitos guia tem páginas no Facebook, blogs e estão no tripadvisor.
    Outra dica boa é sondar média de preços daquele serviço, um bom guia jamais cobraria apenas 100 reais para fazer um tour em Ouro Preto(nem a pé) quem dirá de carro, é uma das cidades mais complexas que temos, muita história, dificuldades de locomoção seja a pé ou de carro. O sindicato da classe sugere valores como tarifário, muito menos que a base sindical SUSPEITE.

    • Oi, Mayara. Muito obrigada por seu comentário.
      Realmente, o ideal teria sido pesquisar antes, mas nós só pensamos em contratar algum guia no próprio dia pela manhã. Como ele estava de crachá e uniforme, jamais imaginaríamos que seria como foi.
      Mas estamos cientes de que realmente foi uma exceção e o post tem a finalidade de alertar para que outras pessoas sejam mais cuidadosas do que nós. Obrigada por suas dicas. Inclusive, vou acrescentá-las no final do post.
      Grande abraço.

  8. Olá meu.nime é Jorge e sou Guia de Turismo no Rio de Janeiro. Ano passado fui várias vezes em Ouro Preto guiando grupos de franceses. Nessas visitas fora do Estado do Rio, tenho que contratar um Guia local. Fui muito bem atendido pelo Guia Moisés.
    Uma oena que vc tenha tido una experiência não priveitosa. Ter um Guia facilita muito e.poupa tempo. O ideal é contratar um guia com indicação e manter contato por email, ver se tem sute ou página em rede social. Assim vc pode combibar tudo e fqzer um.oasseio.legal.

  9. Olá boa noite.
    Sou empresário do turismo e guia de Turismo.
    Gostaria de pontuar algumas questões. Pie se tratar de um post que se refere a minha atribuição profissional.
    1° O profissional que conduz roteiros é o guia de Turismo e não guia turístico (guia turístico é de papel, aplicativo etc ). Então sua experiência negativa foi com um guia de Turismo. Importante diferenciar isso pois caso seja realmente cadastrado o ideal é encaminhar sua denúncia ao Ministério do Turismo para que sejam tomadas devidas providências. Postar no blog é legal mas seria importante formalizar sua reclamação que podem levar a punição e cassação do mesmo pie desvio de postura ética. Se não tiver Cadastur ( registro nacional ) a denúncia poderá ser encaminhada ao departamento Municipal de Turismo.
    Se não for cadastrado em local algum , aí não tem como reclamar.
    2° Turistas conscientes sabem que ai contratar guias ” porta de igrejael ” o resultado final quase sempre é furada. E que para ter o serviço de bons profissionais é necessário agendamento prévio. Afinal os bons profissionais liberais ( bons pedreiros, eletricistas,médicos, marceneiro etc não ficam atoa esperando serviço aparecer, tampouco ficam nas praças leiloado seus serviços).
    O bom turista vai no tripadvisor,consulta amigos ou vai em outros blogs e busca por bons profissionais.
    3° O ideal é buscar empresas consolidadas com local fixo e que possa receber possíveis reclamações e pagar os tributos devidos. Como esperar que um destino prospere se a pessoa não está disposta a reinvestir no mesmo. Quer aproveitar o carro ( ela deixou isso bem claro ) e se dar bem pagando pouco.
    Existe o turista mochileiro, o turista de pouco recurso e etc… Mas sinceramente se existe os Habacuques da vida é justamente porque tem esse tipo de turista.
    O ideal é buscar empresas consolidadas com local fixo e que possa receber possíveis reclamações e pagar os tributos devidos. Como esperar que um destino prospere se a pessoa não está disposta a reinvestir no mesmo. Quer aproveitar o carro ( ela deixou isso bem claro ) e se dar bem pagando pouco.
    Existe o turista mochileiro, o turista de pouco recurso e etc… Mas sinceramente se existe os Habacuques da vida é justamente porque tem esse tipo de turista.
    O ideal é buscar empresas consolidadas com local fixo e que possa receber possíveis reclamações e pagar os tributos devidos. Como esperar que um destino prospere se a pessoa não está disposta a reinvestir no mesmo. Quer aproveitar o carro ( ela deixou isso bem claro ) e se dar bem pagando pouco.
    Existe o turista mochileiro, o turista de pouco recurso e etc… Mas sinceramente se existe os Habacuques da vida é justamente porque tem esse tipo de turista.
    O ideal é buscar empresas consolidadas com local fixo e que possa receber possíveis reclamações e pagar os tributos devidos. Como esperar que um destino prospere se a pessoa não está disposta a reinvestir no mesmo. Quer aproveitar o carro ( ela deixou isso bem claro ) e se dar bem pagando pouco.
    Existe o turista mochileiro, o turista de pouco recurso e etc… Mas sinceramente se existe os Habacuques da vida é justamente porque tem esse tipo de turista.

  10. Olá!!
    Adorei seu blog.
    Eu e minha filha de 23 anos, estamos com viagem marcada para Belo Horizonte, saindo dia 22/12 de Maceió/AL, onde ficaremos até dia 26/12. De lá, iremos para Ouro Preto, onde ficaremos até dia 30.
    Seus posts estão sendo de muita valia para nós.
    Você recomenda algum serviço de carro (particular ou não), para conhecermos algumas cidades próximas a Ouro Preto?
    Muito obrigada!

    Simone

    • Oi, Simone!
      Não conhecemos nenhum serviço desse tipo. Se vocês estiverem pensando em alugar carro, é tranquilo irem por conta própria para Congonhas, por exemplo. Para Mariana, podem ir no passeio de trem e voltarem de ônibus, superfácil.
      Abraços!

  11. Pingback: Os mirantes de Ouro Preto – 8 lugares para ver a cidade de cima

    • Pessoal, a dica de segurança é se certificar com quem você vai te atender, pegue referencias, peça um portfólio, pesquise o na internet sobre a pessoa que vai lhe atender, certifique que a pessoa possua uma credencial da cadastur válida, entre no site da cadastur e olhe todas informações sobre o profissional, estas medidas são para sua segurança, seja em qualquer cidade. Este caso é o dito: que o barato sai caro, no final das contas viu que o dinheiro que acha que esta economizando por pegar uma pessoa que se jugue profissional e abaixa o valor desta forma, ja da pra ver que tem algo de errado.

    • Sou ouropretano e fico muito triste em ler esta matéria, mas infelizmente é uma realidade na minha cidade. Eu sugiro a todos os turistas não aceitarem passeios com guias da praça Tiradentes. É preciso fazer uma pesquisa sobre esses profissionais e o que eles podem lhes oferecer.
      Espero realmente que você e os outros frequentadores da cidade tenham sorte melhor em sua próxima visita.
      Como filho de Ouro Preto me sinto envergonhado e peço desculpas pelo ocorrido.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Theme developed by TouchSize - Premium WordPress Themes and Websites

RECEBA AS NOVIDADES NO SEU E-MAIL

Inscreva-se na nossa newsletter! Você receberá um e-mail por mês com a relação dos posts publicados.
Seu Email
Secure and Spam free...
"Customized Theme" by: AZEVEDO.MEDIA